A Glândula Pineal e os Zumbidos no Ouvido


A pineal está localizada no meio do cérebro, na altura dos olhos. Ela é um órgão cronobiológico, um relógio interno. Como ela faz isso? Captando as radiações do Sol e da Lua. A pineal obedece aos chamados Zeitbergers (confira o que é Zeitbergers no final desta postagem).

Por exemplo, o Sol é um Zeitberger externos que regem as noções de tempo e que influencia a pineal, regendo o ciclo de sono e de vigília, quando esta glândula secreta o hormônio melatonina. Isso dá ao organismo a referência de horário.

Existe também o Zeitberger interno, que são os genes, trazendo o perfil de ritmo regular de cada pessoa.

Nós vivemos em três dimensões e nos relacionamos com a quarta, através do tempo. A pineal é a única estrutura do corpo que transpõe essa dimensão, que é capaz de captar informações que estão além dessa dimensão nossa.

Para Descartes é o ponto em que a alma se liga ao corpo, até na questão física há uma lógica que é esta glândula que lida com a outra dimensão, e isso é um fato.

Todos os animais têm essa glândula; ela os orienta nos processos migratórios porque sintoniza o campo magnético. Nos animais, a glândula pineal tem fotorreceptores iguais aos presentes na retina dos olhos, porque a origem biológica da pineal é a mesma dos olhos, é um terceiro olho, literalmente.

Os cientistas Vollrath e Semm, que têm artigos publicados na revista científica Nature, de 1988,comprovam que a pineal converte ondas eletromagnéticas em estímulos neuroquímicos. 

O espiritual age pelo campo eletromagnético, se há uma interferência espiritual por exemplo, se dá justamente pelo campo eletromagnético. As interferência acontece na natureza pelas leis da própria natureza. 

Segundo Sérgio Felipe de Oliveira, a pineal captaria informações do mundo espiritual por ondas eletromagnéticas, como “um telefone celular”, e as transformaria em estímulos neuroquímicos.
A parapsicologia diz que estes campos eletromagnéticos podem afetar a mente humana. O dr. Michael Persinger, da Laurentian University, no Canadá, fez experiências com um capacete que emite ondas eletromagnéticas nos lobos temporais.

As pessoas submetidas a essas experiências teriam tido “visões” e sentiram presenças espirituais. O dr. Persinger atribui esses fenômenos à influência dessas ondas eletromagnéticas.

Pesquisas recentes indicam que a pineal está ligado a dois centros nervosos, um de cada ouvido. Estes dois centros nervosos, e mais o centro situado na própria glândula, formam um triângulo, com a pineal no centro da cabeça com o ápice ou vértice superior, e dois centros nervosos dos ouvidos formando a base. Assim, os pesquisadores elaboraram o princípio de que tudo o que afete os tímpanos afetará a pineal, qualquer princípio que afete a pineal afetará os tímpanos.

A glândula está localizada em uma área cheia de líquido. o som faz o líquido vibrar, provocando uma reação na glândula. Essa belezinha, converte ondas eletromagnéticas em estímulos neuroquímicos.

A Física Quântica diz que tudo é vibração e nós vibramos em diferentes frequências, também somos influenciados em diferentes frequências, por meio natural ou não (falaremos disso mais tarde). 

Estamos sendo bombardeados com energias vindo da galáxia, incluindo o bombardeio do Sol, tudo isso afeta a Terra e logicamente nos afeta

Sempre vibração e som, recentemente os cientista conseguiram até reproduzir o som do Sol nas suas explosões solares.

Quanto mais se intensifica o som, mais a pineal "trabalha", quanto mais ela trabalha, mais se intensifica o som, formando um circulo que nos leva rapidamente ao estado de projeção consciente.

Sendo assim, meus amigos, os barulhos, zumbidos, apitos, sininhos...que você pode estar ouvindo diariamente ou esporadicamente são produzidos pelo trabalho/desenvolvimento da glândula pineal e todo um fator externo está contribuindo para isso. 

Nós estamos literalmente escutando essa belezinha trabalhar. Essa glândula é nossa conexão com outras dimensões, nossa glândula foi danificada ao longo do tempo, por falta de uso, química (veneno) nos nossos alimentos, poluição e acredito que a nossa contribuição tenha realmente sido a maior de todas, porque caímos nas ilusões materialistas e hoje somos extremamente apegados a tudo que os nossos 5 sentidos podem tocar, sentir, ver e ouvir...

Pra terminar, vou deixar um exercício de meditação de desenvolvimento energético da pineal. Um exercício diferente, mas bem gostoso de realizar.

Certos exercícios psíquicos provocam um zumbido que começa a se manifestar nos ouvidos e persiste por algum tempo. Esse zumbido indica que alguma energia ou ação está sendo transmitida aos tímpanos, a partir da pineal. (Pesquisa feita pela Universidade de Basle na Suíça).

Deverá ser feito no escuro, onde a produção do hormônio da pineal aumenta.

- Por uma ou duas semanas, deve-se relaxar por alguns minutos, coloque o dedo indicador de cada mão o mais para dentro do ouvido que seja possível sem pressão incômoda;

- Enquanto os dedos estiverem nesta posição nos ouvidos, tomem uma inalação profunda pelo nariz e retenha o quanto possível; 

- Mantenha a boca fechada, quando não puder mais prender a respiração, exale lentamente pelo nariz; 

- Conserve os dedos nos ouvidos durante todo o tempo que esteja inalando, retendo e exalando;

- Respire normalmente por mais ou menos 30 segundos e repita o procedimento por 10 vezes.

Ao terminar, você sentirá um calor nos dutos auditivos.

A respiração pelo nariz, com os dedos colocados nos ouvidos, estabelece um circuito bem definido de vibrações positivas e negativas, que afetem os centros nervosos do crânio, o centro nervoso da tireoide, e os centro nervosos de cada um dos dois dedos.

O resultado deste exercício, se praticado conforme a instrução, será a desobstrução do nariz para a respiração e dos ouvidos para a audição, a eliminação de qualquer congestão craniana, o desenvolvimento da sensibilidade dos nervos do nariz a ponto de perceberem novos odores ou facilitar a os já conhecidos.

Ao mesmo tempo, a pineal irá despertar gradativamente, com crescente vitalidade para as funções psi.

•  •  •

Zeitgeber (do alemao zeit "tempo" e geber "doador") é um termo científico para se referir a elementos chave ambiental capazes de regular um ciclo de relógio biológico, como o efeito que a luz possui sobre o ritmo de um organismo ao longo do dia (ciclo circadiano), ou como feromônios tem sobre o ciclo menstrual humano de aproximadamente um mês (ciclo circamensal ou infradiano). Sua tradução mais próxima seria sincronizador.1

Alguns dos Zeitgebers que comprovadamente tem influência sobre o relógio biológico diário são2 3 4 :
  • Luz/Escuridão
  • Temperatura
  • Comer/Jejum prolongado
  • Interação social
  • Relógios
  • Exercício
  • Alguns remédios
  • Estresse
Ou seja, esses elementos causam mudanças nos ritmos biológicos hormonais e nervosos, podendo causar tanto doenças e risco de desenvolvê-las quanto potencializar tratamentos e melhorar a produtividade. Dentre as doenças agravadas por ciclos circadianos irregulares estão os principais distúrbios cardiovasculares (infarto, AVC, aterosclerose...), endócrinos (diabetes mellitus, obesidade, síndrome metabólico...) e psiquiátricas(depressão, insônia...). 5 6 Por exemplo, ver a luz do sol no amanhecer pode elevar a pressão arterial e a glicemia em preparação para a rotina, em animais diurnos, logo luz do sol é um zetberg circadiano.

Referências
  1. http://expressoemprego.pt/carreiras/trabalho/relogios--zeitgebers-e-sincronizacao/3668#
  2. 2Grandin LD1, Alloy LB, Abramson LY. The social zeitgeber theory, circadian rhythms, and mood disorders: review and evaluation. Clin Psychol Rev. 2006 Oct;26(6):679-94. Epub 2006 Aug 10.
  3. Ehlers, C.L., Frank, E. & Kupfer, D.J. (1988). Social zeitgebers and biological rhythms. Arch Gen Psychiatry, 45, 948–952.
  4. Toh, Kong Leong (August 2008). "Basic Science Review on Circadian Rhythm Biology and Circadian Sleep Disorders" (Review, Full Text, PDF). Annals Academy Med Singapore 37 (8): 662–8. Retrieved 2009-08-15.
  5. Lam, R. W.; Levitan, R. D. (2000). "Pathophysiology of seasonal affective disorder: A review". Journal of Psychiatry & Neuroscience, 25 (5), 469–480.
  6. http://www.neurologia.com/pdf/Web/5702/bk020071.pdf

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Agradecemos a sua participação!